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Folha de São Paulo promove seminário para discutir reforma da previdência

28/06/2018

Seguros, previdência e inovação foi tema de palestra no auditório do jornal Folha de S. Paulo, na quinta-feira, 28. O evento foi organizado pelo jornal e contou com a participação de Márcio Coriolano, presidente da CNseg, Edson Franco, presidente da FenaPrevi e Jorge Nasser, vice-presidente da Bradesco Vida e Previdência.

Coriolano fez a abertura do evento que tinha na plateia um público variado. O dirigente disse que a previdência privada tem participação de 6,5% do PIB e 150 mil empregos diretos. “São 13,5 milhões de planos de previdência privada que cobrem 6,5% da população”, pontuou.

Ele explicou que o seguro tem característica de proteção e formar reservas financeiras e ser uma alavanca de desenvolvimento para o país. “O seguro deve ter um local privilegiado na tomada de decisão das políticas públicas. Ele tem essa característica de formador de poupança de longo prazo e é preciso que as pessoas conheçam”, disse. Nesse sentido, ele abordou algumas ações da CNseg que contribuem para a divulgação do seguro como a Rádio CNseg.

O dirigente destacou que o conhecimento do seguro é desproporcional a importância que ele tem na vida das pessoas e das empresas. Para ele, o fato de o país ter renda média talvez explique o fato de que 24% da população tem acesso a saúde privada, 30% da frota seja segurada e 10% das casas tenha seguros. Como sempre faz em seus discursos, ele lembrou que o setor de seguros cresceu mesmo durante a crise provando sua resiliência. “A população entendeu que é na crise que se precisa de proteção para o futuro”, destacou.

Coriolano fez a abertura do evento que tinha na plateia um público variado. O dirigente disse que a previdência privada tem participação de 6,5% do PIB e 150 mil empregos diretos. “São 13,5 milhões de planos de previdência privada que cobrem 6,5% da população”, pontuou.

Ele explicou que o seguro tem característica de proteção e formar reservas financeiras e ser uma alavanca de desenvolvimento para o país. “O seguro deve ter um local privilegiado na tomada de decisão das políticas públicas. Ele tem essa característica de formador de poupança de longo prazo e é preciso que as pessoas conheçam”, disse. Nesse sentido, ele abordou algumas ações da CNseg que contribuem para a divulgação do seguro como a Rádio CNseg.

O dirigente destacou que o conhecimento do seguro é desproporcional a importância que ele tem na vida das pessoas e das empresas. Para ele, o fato de o país ter renda média talvez explique o fato de que 24% da população tem acesso a saúde privada, 30% da frota seja segurada e 10% das casas tenha seguros. Como sempre faz em seus discursos, ele lembrou que o setor de seguros cresceu mesmo durante a crise provando sua resiliência. “A população entendeu que é na crise que se precisa de proteção para o futuro”, destacou.

Fonte: CQCS / Sueli Santos

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